Dados do Ministério da Saúde mostram que Mato Grosso beneficiou entre janeiro e novembro deste ano, 26.824 pessoas portadoras de diabetes e hipertensão ampliando o acesso ao tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS). O crescimento de 1.266% nesse período de 10 meses, só foi possível devido a criação do projeto do governo federal, Saúde Não Tem Preço, que registrou um aumento de 738% em na somatória de todos os estados da região Centro-Oeste. No país, o aumento foi de 264% saltando de 853 mil pacientes de hipertensão e diabetes foram atendidos pelo programa em janeiro para 7 milhões de pessoas até o mês passado. O programa oferece 11 medicamentos nas mais de 20 mil empresas credenciadas distribuídas pelo país.
15/112/2011 11h05 Aumenta acesso aos medicamentos gratuitos em MT
A quantidade de hipertensos beneficiados aumentou 300%, de 658 mil em janeiro para 2,6 milhões em novembro. Já o número de diabéticos beneficiados aumentou 214%, passando de 306 mil para 963 mil no mesmo período. Antes da criação do Saúde Não Tem Preço, os produtos eram oferecidos com até 90% de desconto nas drogarias e farmácias credenciadas ao “Aqui Tem Farmácia Popular”. Na região Centro-Oeste, o número de beneficiados cresceu 738% desde o início do ano, passando de 23.299 para 195.151 no mesmo período. A região Norte por sua vez, foi a que apresentou maior crescimento no número de beneficiados em relação ao restante do país, desde janeiro: 882%, passando de 7.713 para 75.704. O percentual foi estimulado principalmente pelo estado de Roraima que teve 15.400% de aumento – passou de 23 para 3.565 pacientes atendidos. Em Sorriso, conforme o ClicHoje já havia informado (leia mais) o programa “Farmácia Cidadã” desenvolvido pela Secretaria de Saúde e Saneamento realiza mais de 500 atendimentos à pacientes por dia. Os dados são da CAF (Central de Abastecimento Farmacêutico) programa que controla entrada e saída de medicamentos das farmácias cidadãs. Ao todo, são três no município, uma no São Domingos, outra no Centro e a última no Jardim Primavera. A maior delas é farmácia cidadã Central, onde se concentram a maioria dos atendimentos. Segundo a coordenadora do programa Eliete Shaefer Albino Eidt, em alguns casos, somando as três unidades chegam atender cerca de 600 a 800 pacientes por dia, grande parte deles hipertensos e diabéticos. Orientações aos usuários – Para obter os produtos disponíveis no Saúde não Tem Preço, o usuário precisa apresentar CPF, documento com foto e receita médica, que é exigida pelo programa como uma forma de se evitar a automedicação, incentivando o uso racional de medicamentos e a promoção da saúde. Eventuais dúvidas podem ser esclarecidas e comunicadas ao Ministério da Saúde – pelos estabelecimentos credenciados ou pelos usuários do programa – por meio do Disque-Saúde (136) como também pelo e-mail
analise.fpopular@saude.gov.br. Fonte: Redação ClicHoje/com agência saúde